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Francofocine - La Revolution

FICHA TÉCNICA:

LA REVOLUTION

Nacionalidade: França e Estados Unidos

Direção: Aurélien Molas

Gênero: ucronia

Lançamento: 2020

Elenco: Amir El Kacem, Marilou Assilloux, Lionel Erdogan

"Dizem que a história é escrita pelos vencedores. Mas não dizem que ela é reescrita pela tempo. Transformada pelos livros. Reinventada por quem não a viveu"


E se a Revolução Francesa tivesse sido motivada por uma doença que transformava a nobreza em zumbis que precisavam se alimentar do povo? Eis a premissa da nova série da Netflix, "La Revolution".


É essencial ressaltar que a produção não tem como objetivo ser fiel à história da Revolução Francesa em seus fatos verídicos, sendo uma criação em cima do acontecimento.


A série é contada pela personagem Madeleine (Amélia Lacquemant) a irmã mais nova e muda da Condessa Élise de Montargis (Marilou Aussilloux), que tem visões sobre mortes misteriosas de garotas camponesas que tem acontecido na região do condado de sua família. Apesar de alegarem que encontraram o assassino, desaparecimentos continuam acontecendo.


Também conhecemos o médico Joseph Guillotin (Amir El Kacem) - entenderam quem é? Guillotin...- que trabalha na Bastilha. Tentando interagir e acreditando na inocência do preso acusado de assassinato das vítimas encontradas, quer provar que o réu não causou as mortes, e nessa investigação, descobre uma nova doença: célular parasitas que absorvem os glóbulos vermelhos do sangue, e conseguem reviver os mortos e curar feridas, entretanto causam reações agressivas de seu hospedeiro, o que justificaria a crueldade dos contaminados: Os nobres. A caracteristica desta doença é a alteração da cor do sangue, que se torna azul (relação do sangue azul dos nobres...).


A série em si foi muito odiada pelos franceses (para variar...) que acharam que a produção não respeita nem faz jus ao momento histórico. Entretanto, apesar do enredo extremamente fictício, existem alguns pontos positivos, como a fotografia, figurinos e a atuação dos atores principais, especialmente Amélia Lacquemant.


Como pontos negativos, ou melhor, pontos que podem não agrada a todos, é o estilo crepy que a produção tem, com o uso de cores escuras e cenas um pouco desagradaveis. Mas ai vai de quem gosta do estilo.


A produção não é tão ruim, mas ai depedende do espectador saber desde o começo que os fatos reais serão totalmente ignorados (inclusive sobre a personalidade dos personagens principais), e que poderão assistir uma total releitura da Revolução Histórica.






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